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Postado por Angelim em 21/01/2007

Ciumêra

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Hoje eu tava de pensamento, pra modi entender a tar da ciumêra. Esse sentimento danado que bate dentro da gente. Coisa de doido. Já parou pra pensar? É uma mistura de coisa que nem sei mais nada.

 

Cedinho mesmo, logo dipois que o sol raiô o Valente me apronta uma. Isso mesmo, meu cavalo, tão danado de bão resolveu ficar todo cheio desse trem. Isso tudo porque eu tava cedinho tirando os leite das vaca e a Preciosa, minha vaca das mais mió de boa, deu um balde dos mais cheio. Logicamente sem dúvida e sem pensar, fiquei demais por feliz com a Preciosa e fiquei todo elogioso.

 

Não precisô mais nada. O Valente ficou tão cheio de ciúme que fechou a cara pra mim, uai. Como é que eu sei isso? Fácil. Quando eu preciso do Valente pra lida ou pro passeio, é só chamá o nome dele que ele se achega na hora todo sorridente. Hoje não. Ficava de costa pra mim na fingideira que nem sabia quem é que tava chamando. Tô falando sério.

 

E a vida é assim mesmo. Cheia dessas coisas. Ciumêra é sentimento que junto com a sôdade mostra que a gente gosta de arguém. Tem ciumêra de todo tipo. Umas mais, otras menos. Mas tudo é amor demais. Só tem que controlá pra não perder a razão. Sinão vai ficar quiném o Valente, que até se aresorveu de disfarçar de Preciosa só pra me chamar a atenção dispois.

 

Pode isso?

 

Té!

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